Helibras apresenta nova marca e fecha venda de primeiro H160 da América Latina durante a Labace 2017

Osmar Dargel • 2 de março de 2018

A Helibras encerrou suas atividades na Labace 2017, evento focado na aviação executiva, com um saldo bastante positivo: a companhia assinou uma carta de intenções para a venda do primeiro H160 da América Latina. Além do helicóptero bimotor e de design inovador, o acordo ainda inclui um H130, modelo similar ao que estava em exposição no estande da fabricante no evento. A empresa também assinou contrato da venda do primeiro H145 Stylence no Brasil e no mundo e um segundo H130 para cliente executivo. Design agrega valor para os clientes em termos de desempenho, competitividade financeira, segurança e conforto. Crédito Divulgação Os contratos, que incluem o H160 e H130 em configurações VIP, ainda contém a inclusão da suíte de serviços HCare First, que contempla o planejamento e execução de toda manutenção dos helicópteros sob total responsabilidade da Helibras. A oferta faz parte da nova marca ACH (Airbus Corporate Helicopters), que foi anunciada na Labace com total foco no mercado de aeronaves executivas e oferece serviços exclusivos como consultoria em design para uma customização de interior ao gosto do cliente, além de serviços de manutenção especificos. O H160 é o primeiro modelo da geração H. Crédito Thierry Rostang Já o H145, uma aeronave multimissão, conta com potentes motores Arriel 2E, sistemas de gerenciamento de voo de última geração e interior Stylence, que oferece conforto, espaço e modernidade. Além do fechamento de contratos, outra novidade no estande da Helibras foi a apresentação do simulador do Helionix, o exclusivo conceito de aviônicos desenvolvido pela Airbus para os helicópteros H135, H145, H175 e recentemente para o H160. Esta inovação tecnológica proporciona o gerenciamento de todos os parâmetros de voo e dados importantes da aeronave, através de displays intercambiáveis e selecionando-se a informação adequada, aumentando a segurança e reduzindo a carga de trabalho da tripulação. Os visitantes tiveram a oportunidade de interagir “in loco” com o demonstrador, e verificar suas incríveis capacidades e funções. “Graças à dedicação da nossa equipe, mais uma edição da Labace foi concluída com sucesso. Fechamos bons negócios e outros estão em negociação. Termos celebrado a primeira carta de intenção de compra do H160 na América Latina é um reconhecimento da força da nossa marca e das aeronaves e serviços que levamos ao evento”, celebra Richard Marelli, presidente da Helibras. PepsiCo abre inscrições para o novo programa de estágio ‘First Gen’ Programa faz parte da nova plataforma de atração de talentos da PepsiCo que investe na identificação do candidato com a cultura e jeito único de fazer carreira Inscrições vão até 16 de outubro; são 53 vagas disponíveis nas cidades onde estão os escritórios e plantas industriais da PepsiCo – Reconhecida ao redor do mundo como uma academia de talentos, um lugar para crescer e se desenvolver, a PepsiCo anuncia neste mês a abertura de 53 vagas para o ‘First Gen’, novo programa de estágio que está inserido na nova e mais completa plataforma de jovens talentos da companhia. Com inscrições até 16 de outubro no site, o programa tem o objetivo de atrair e desenvolver jovens que se identificam com a cultura organizacional, os valores e o jeito único de fazer carreira e de fazer negócios da PepsiCo. “Entendemos que nosso ambiente de trabalho saudável, flexível, dinâmico, produtivo e inovador é o cenário ideal para que o jovem possa construir conhecimento e alcançar seus objetivos profissionais e pessoais”, contextualiza Lilian Green, gerente de Recursos Humanos da PepsiCo. De acordo com a executiva, o ‘First Gen’ é o programa base da companhia para desenvolver futuras lideranças e ampliar a diversidade entre seus funcionários, refletindo o ambiente em que opera. “Queremos atrair, desenvolver, reter e formar futuros líderes, profissionais que têm total alinhamento com nossa cultura e também, ao longo da sua carreira, acumularão grande conhecimento do nosso negócio”, completa.

Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
José Paulo Graciotti * sas duas áreas aparentemente estanques estão intimamente relacionadas entre si para as empresas prestadoras de serviços e especialmente para os escritórios de advocacia. Tradicionalmente considera-se “BI” como uma ferramenta para entender profundamente o negócio, extraindo de seus números as estatísticas que poderão dar uma análise fria de como andam “as coisas”; mostrar tendências e embasar decisões estratégicas que impactarão o futuro da empresa. Perfeito! Já a Gestão do Conhecimento é um conceito (vejam bem, eu não disse ferramenta!) relativamente novo, envolvendo informações mais tácitas e menos numéricas ou explícitas que a BI. Na minha humilde opinião, porém, considero que representa a diferença fundamental para a obtenção do diferencial estratégico no presente e para o futuro, principalmente para as empresas prestadoras de serviços intelectuais e, de novo, especialmente para os escritórios de advocacia. Como já citado em outros artigos (meus) anteriores, a Gestão do Conhecimento ainda engatinha na maioria das empresas, sendo confundida com minutários (repositórios de modelos documentais) ou menosprezada a simples atividades de compilação de documentos, normas, modelos etc., e ainda como uma atividade de exclusiva reponsabilidade das bibliotecas ou CEDOC´s. Ledo engano! Gestão do conhecimento é “Entregar a informação correta para o profissional certo no menor tempo possível”, conforme o autor Patrick DiDomenico e é nesta definição muito mais abrangente que a maioria das outras dezenas de definições que “BI” se torna uma aliada importantíssima. Normalmente associamos a Gestão do Conhecimento às seguintes perguntas as quais ele deve responder: - qual é o melhor documento que devo utilizar para esse assunto ou solução do desafio? - onde está esse documento? - quem o elaborou? - quem tem o conhecimento necessário para tratar do assunto ou problema? Esta, sendo a pergunta mais difícil de responder! Mas, existem algumas outras perguntas muito mais importantes do ponto de vista de precificação de seus trabalhos e principalmente estratégico, as quais só podem ser respondidas com a combinação da “GC” e da “BI”! Me atento novamente nos escritórios de advocacia, a combinação das informações contidas nos timesheets, nas faturas anteriores, nos cadastros de clientes e seus respectivos casos e no GED (gerenciamento eletrônico de documentos) podemos retirar informações estatísticas que podem responder perguntas muito mais complexas, tais como: - quanto tempo foi empregado por um determinado profissional para elaborar tal documento? - quais documentos fazem ou fizeram parte de um determinado trabalho? - quais “trabalhos” foram executados em um determinado caso ou assunto e por quem? - qual é a distribuição estatística de tipos de trabalhos por cliente, por caso, por nicho de mercado que a empresa atua, por tipo de profissional? Existem outras inúmeras que podem ser respondidas, dependendo das características específicas do tipo de empresa, quais seus costumes e quais formas de cobrança está habituada. E aí mora o perigo: Hábito, que é inimigo da inovação! Ao responder essas e outras perguntas, o casamento de “GC” e “BI” pode e deve ajudar em muito as empresas (novamente os escritórios de advocacia) a: - aprimorar seus métodos de elaboração de propostas e precificação de seus trabalhos (diminuindo sensivelmente o “coeficiente de segurança” inserido em todas as propostas por incertezas); - ter uma visão mais clara de eficiência de seus setores, equipes ou profissionais (inclusive por categoria), aprimorando seus sistemas de avaliação e “accountability”. - apoiar melhor as decisões de “cross-selling”. - apoiar as decisões estratégicas de investimentos (em sentido amplo, ou seja, esforços em áreas, setores equipes, contratações etc.). Apenas citando alguns ... A ajuda de uma consultoria externa, experiente e isenta das interações e relacionamentos internos pode ajudar e muito a gestão mais eficaz e profissional das empresas (principalmente em tempos desafiadores como o atual). * José Paulo Graciotti, consultor com 27 anos de experiência em gestão de escritórios de advocacia. 11 3253-0586 / 3253-0729 / veramoreira@veramoreira.com.br
Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
A culinária italiana evoluiu muito ao longo da sua história, principalmente por meio de diversas influências que formaram uma tradição gastronômica que é reconhecida e difundida em todos os cantos do mundo. Essa cultura gastronômica desembarcou no Brasil com a corrente imigratória, influenciando diretamente os costumes, os hábitos alimentares e a tradição da cozinha brasileira. Pensando nesta rica história, o Centro Europeu de Curitiba, principal escola de gastronomia do Brasil, acaba de lançar seu curso de Especialização em Gastronomia Italiana. Na grade curricular da especialização, que tem duração de três meses, estão temas como Introdução à Gastronomia Italiana; A Gastronomia da região do Trentino Alto Adige; A Gastronomia das regiões da Sicília e Sardenha; A Gastronomia da região do Vêneto; A Gastronomia da região da Toscana; A Gastronomia das regiões da Lombardia e Vale da Osta; Aula Especial – Farinhas; A Gastronomia das regiões da Emilia Romagna; A Gastronomia da região do Piemonte; Enogastronomia Italiana; Aula Especial – Azeites; A Gastronomia das regiões Lazio, Ligúria e Campania; e Panificação Clássica Italiana. Eduardo Betinardi (41) 3121-2116 ou 8838-8686 Site: www.pmaisg.com.br