Hardcore Footwear lança coleção em parceria com Juju Salimeni

Osmar Dargel • 2 de março de 2018

Os modelos de tênis já estão disponíveis na flagship e e-commerce da marca A Hardcore Footwear, marca de sneakers 100% brasileira, lança mais uma colaboração inédita, desta vez em parceria com a modelo e musa fitness Juju Salimeni. Inspirados em seu gosto pessoal, os tênis femininos serão distribuídos em duas estações: seis modelos para o inverno e outros seis para o verão. Nesse primeiro momento, a coleção traz diferentes texturas como o moletom, jeans e pele de carneiro sintética. Já para a estação mais quente do ano, a aposta é no floral e tons mais vibrantes como o azul coral, o pink e o amarelo. Seguindo as características da linha Sport da marca, os sneakers trazem um solado slim branco e cano alto, ideais para exercícios funcionais. Clicadas por Thomas Tebet, as fotos da campanha dessa colaboração utilizam o cenário esportivo da Cross Fit 3050, revelando uma versão inédita e fashionista de Juju Salimeni. O styling de George Krakowiak e a beleza de Marci Freittas refletem o mood intimista do inverno e o clima despojado para o verão. Produzidos em Franca, cidade do interior de São Paulo e sede da Hardcore Footwear, os tênis da colaboração já começaram a chegar à flagship e ao e-commerce da marca, por R$ 359,00 cada.BR Sports amplia portfólio e traz os tênis Saucony para o Brasil Entre as ações de lançamento, a marca promoverá ação de experimentação inédita no segmento de calçados para corrida

Marca de tênis para corrida está presente em mais de 100 países A BR Sports – empresa controlada pela Sforza, gestora de investimentos do empresário Carlos Wizard Martins – está ampliando seu portfólio de marcas de artigos esportivos e traz para o Brasil a Saucony, marca norte-americana referência mundial para praticantes de corrida de alto desempenho. Criada em 1898 no Estado de Massachusetts e presente em mais de 100 países, Saucony é reconhecida pela qualidade e pelo investimento constante em inovações tecnológicas. Empenhada em desenvolver os melhores produtos de corrida do mercado, a Saucony oferece aos consumidores o que há de mais avançado em tecnologia de conforto, durabilidade e amortecimento para a potencialização da performance e superação de desafios. Entre as tecnologias, destaque para o reconhecido sistema de amortecimento EVERUN, que proporciona uma corrida dinâmica e resistente, entregando uma experiência energizada a cada passada. “A Saucony é uma marca consolidada e uma das líderes no mercado americano. Existe uma grande oportunidade de expansão da marca também no Brasil, aproveitando o interesse cada vez maior dos brasileiros pela corrida e diversas outras atividades esportivas”, destaca Leonardo Chamsin, CEO da BR Sports, empresa detentora também das marcas Topper no Brasil e Rainha. “Certamente vamos replicar aqui no Brasil o sucesso que a Saucony já faz nos diversos países onde está presente. Nossa meta é que a Saucony se consolide como uma das três mais importantes marcas de calçados de corrida no mercado brasileiro”. Os modelos de tênis da Saucony que inicialmente estarão disponíveis no mercado brasileiro serão comercializados em lojas de tênis e artigos esportivos em todo o Brasil, bem como nos e-commerces especializados e também na própria loja online da marca ( www.usesaucony.com.br). Amortecimento, estabilidade e competição Os sete modelos de tênis Saucony que serão comercializados no Brasil estarão disponíveis em 36 cores em todo o portfólio, e abrangem três categorias: amortecimento, estabilidade e competição. O tênis Freedom ISO é a principal aposta da marca e o Triumph ISO 3 se destaca por ser eleito pela mídia especializada norte-americana como a como melhor renovação de calçado. Hurricane ISO 3, Kinvara 8, Ride 9, Guide 10 e Fastwitch 8 também estão entre as novidades que chegarão ao Brasil. Seus preços variam de R$ 599,90 a R$ 999,90.

Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
José Paulo Graciotti * sas duas áreas aparentemente estanques estão intimamente relacionadas entre si para as empresas prestadoras de serviços e especialmente para os escritórios de advocacia. Tradicionalmente considera-se “BI” como uma ferramenta para entender profundamente o negócio, extraindo de seus números as estatísticas que poderão dar uma análise fria de como andam “as coisas”; mostrar tendências e embasar decisões estratégicas que impactarão o futuro da empresa. Perfeito! Já a Gestão do Conhecimento é um conceito (vejam bem, eu não disse ferramenta!) relativamente novo, envolvendo informações mais tácitas e menos numéricas ou explícitas que a BI. Na minha humilde opinião, porém, considero que representa a diferença fundamental para a obtenção do diferencial estratégico no presente e para o futuro, principalmente para as empresas prestadoras de serviços intelectuais e, de novo, especialmente para os escritórios de advocacia. Como já citado em outros artigos (meus) anteriores, a Gestão do Conhecimento ainda engatinha na maioria das empresas, sendo confundida com minutários (repositórios de modelos documentais) ou menosprezada a simples atividades de compilação de documentos, normas, modelos etc., e ainda como uma atividade de exclusiva reponsabilidade das bibliotecas ou CEDOC´s. Ledo engano! Gestão do conhecimento é “Entregar a informação correta para o profissional certo no menor tempo possível”, conforme o autor Patrick DiDomenico e é nesta definição muito mais abrangente que a maioria das outras dezenas de definições que “BI” se torna uma aliada importantíssima. Normalmente associamos a Gestão do Conhecimento às seguintes perguntas as quais ele deve responder: - qual é o melhor documento que devo utilizar para esse assunto ou solução do desafio? - onde está esse documento? - quem o elaborou? - quem tem o conhecimento necessário para tratar do assunto ou problema? Esta, sendo a pergunta mais difícil de responder! Mas, existem algumas outras perguntas muito mais importantes do ponto de vista de precificação de seus trabalhos e principalmente estratégico, as quais só podem ser respondidas com a combinação da “GC” e da “BI”! Me atento novamente nos escritórios de advocacia, a combinação das informações contidas nos timesheets, nas faturas anteriores, nos cadastros de clientes e seus respectivos casos e no GED (gerenciamento eletrônico de documentos) podemos retirar informações estatísticas que podem responder perguntas muito mais complexas, tais como: - quanto tempo foi empregado por um determinado profissional para elaborar tal documento? - quais documentos fazem ou fizeram parte de um determinado trabalho? - quais “trabalhos” foram executados em um determinado caso ou assunto e por quem? - qual é a distribuição estatística de tipos de trabalhos por cliente, por caso, por nicho de mercado que a empresa atua, por tipo de profissional? Existem outras inúmeras que podem ser respondidas, dependendo das características específicas do tipo de empresa, quais seus costumes e quais formas de cobrança está habituada. E aí mora o perigo: Hábito, que é inimigo da inovação! Ao responder essas e outras perguntas, o casamento de “GC” e “BI” pode e deve ajudar em muito as empresas (novamente os escritórios de advocacia) a: - aprimorar seus métodos de elaboração de propostas e precificação de seus trabalhos (diminuindo sensivelmente o “coeficiente de segurança” inserido em todas as propostas por incertezas); - ter uma visão mais clara de eficiência de seus setores, equipes ou profissionais (inclusive por categoria), aprimorando seus sistemas de avaliação e “accountability”. - apoiar melhor as decisões de “cross-selling”. - apoiar as decisões estratégicas de investimentos (em sentido amplo, ou seja, esforços em áreas, setores equipes, contratações etc.). Apenas citando alguns ... A ajuda de uma consultoria externa, experiente e isenta das interações e relacionamentos internos pode ajudar e muito a gestão mais eficaz e profissional das empresas (principalmente em tempos desafiadores como o atual). * José Paulo Graciotti, consultor com 27 anos de experiência em gestão de escritórios de advocacia. 11 3253-0586 / 3253-0729 / veramoreira@veramoreira.com.br
Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
A culinária italiana evoluiu muito ao longo da sua história, principalmente por meio de diversas influências que formaram uma tradição gastronômica que é reconhecida e difundida em todos os cantos do mundo. Essa cultura gastronômica desembarcou no Brasil com a corrente imigratória, influenciando diretamente os costumes, os hábitos alimentares e a tradição da cozinha brasileira. Pensando nesta rica história, o Centro Europeu de Curitiba, principal escola de gastronomia do Brasil, acaba de lançar seu curso de Especialização em Gastronomia Italiana. Na grade curricular da especialização, que tem duração de três meses, estão temas como Introdução à Gastronomia Italiana; A Gastronomia da região do Trentino Alto Adige; A Gastronomia das regiões da Sicília e Sardenha; A Gastronomia da região do Vêneto; A Gastronomia da região da Toscana; A Gastronomia das regiões da Lombardia e Vale da Osta; Aula Especial – Farinhas; A Gastronomia das regiões da Emilia Romagna; A Gastronomia da região do Piemonte; Enogastronomia Italiana; Aula Especial – Azeites; A Gastronomia das regiões Lazio, Ligúria e Campania; e Panificação Clássica Italiana. Eduardo Betinardi (41) 3121-2116 ou 8838-8686 Site: www.pmaisg.com.br