GESTÃO DE CONHECIMENTO E BUSINESS INTELLIGENCE

Osmar Dargel • 5 de março de 2018

José Paulo Graciotti * sas duas áreas aparentemente estanques estão intimamente relacionadas entre si para as empresas prestadoras de serviços e especialmente para os escritórios de advocacia. Tradicionalmente considera-se “BI” como uma ferramenta para entender profundamente o negócio, extraindo de seus números as estatísticas que poderão dar uma análise fria de como andam “as coisas”; mostrar tendências e embasar decisões estratégicas que impactarão o futuro da empresa. Perfeito! Já a Gestão do Conhecimento é um conceito (vejam bem, eu não disse ferramenta!) relativamente novo, envolvendo informações mais tácitas e menos numéricas ou explícitas que a BI. Na minha humilde opinião, porém, considero que representa a diferença fundamental para a obtenção do diferencial estratégico no presente e para o futuro, principalmente para as empresas prestadoras de serviços intelectuais e, de novo, especialmente para os escritórios de advocacia. Como já citado em outros artigos (meus) anteriores, a Gestão do Conhecimento ainda engatinha na maioria das empresas, sendo confundida com minutários (repositórios de modelos documentais) ou menosprezada a simples atividades de compilação de documentos, normas, modelos etc., e ainda como uma atividade de exclusiva reponsabilidade das bibliotecas ou CEDOC´s. Ledo engano! Gestão do conhecimento é “Entregar a informação correta para o profissional certo no menor tempo possível”, conforme o autor Patrick DiDomenico e é nesta definição muito mais abrangente que a maioria das outras dezenas de definições que “BI” se torna uma aliada importantíssima. Normalmente associamos a Gestão do Conhecimento às seguintes perguntas as quais ele deve responder: - qual é o melhor documento que devo utilizar para esse assunto ou solução do desafio? - onde está esse documento? - quem o elaborou? - quem tem o conhecimento necessário para tratar do assunto ou problema? Esta, sendo a pergunta mais difícil de responder! Mas, existem algumas outras perguntas muito mais importantes do ponto de vista de precificação de seus trabalhos e principalmente estratégico, as quais só podem ser respondidas com a combinação da “GC” e da “BI”! Me atento novamente nos escritórios de advocacia, a combinação das informações contidas nos timesheets, nas faturas anteriores, nos cadastros de clientes e seus respectivos casos e no GED (gerenciamento eletrônico de documentos) podemos retirar informações estatísticas que podem responder perguntas muito mais complexas, tais como: - quanto tempo foi empregado por um determinado profissional para elaborar tal documento? - quais documentos fazem ou fizeram parte de um determinado trabalho? - quais “trabalhos” foram executados em um determinado caso ou assunto e por quem? - qual é a distribuição estatística de tipos de trabalhos por cliente, por caso, por nicho de mercado que a empresa atua, por tipo de profissional? Existem outras inúmeras que podem ser respondidas, dependendo das características específicas do tipo de empresa, quais seus costumes e quais formas de cobrança está habituada. E aí mora o perigo: Hábito, que é inimigo da inovação! Ao responder essas e outras perguntas, o casamento de “GC” e “BI” pode e deve ajudar em muito as empresas (novamente os escritórios de advocacia) a: - aprimorar seus métodos de elaboração de propostas e precificação de seus trabalhos (diminuindo sensivelmente o “coeficiente de segurança” inserido em todas as propostas por incertezas); - ter uma visão mais clara de eficiência de seus setores, equipes ou profissionais (inclusive por categoria), aprimorando seus sistemas de avaliação e “accountability”. - apoiar melhor as decisões de “cross-selling”. - apoiar as decisões estratégicas de investimentos (em sentido amplo, ou seja, esforços em áreas, setores equipes, contratações etc.). Apenas citando alguns ... A ajuda de uma consultoria externa, experiente e isenta das interações e relacionamentos internos pode ajudar e muito a gestão mais eficaz e profissional das empresas (principalmente em tempos desafiadores como o atual). * José Paulo Graciotti, consultor com 27 anos de experiência em gestão de escritórios de advocacia. 11 3253-0586 / 3253-0729 / veramoreira@veramoreira.com.br

Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
A culinária italiana evoluiu muito ao longo da sua história, principalmente por meio de diversas influências que formaram uma tradição gastronômica que é reconhecida e difundida em todos os cantos do mundo. Essa cultura gastronômica desembarcou no Brasil com a corrente imigratória, influenciando diretamente os costumes, os hábitos alimentares e a tradição da cozinha brasileira. Pensando nesta rica história, o Centro Europeu de Curitiba, principal escola de gastronomia do Brasil, acaba de lançar seu curso de Especialização em Gastronomia Italiana. Na grade curricular da especialização, que tem duração de três meses, estão temas como Introdução à Gastronomia Italiana; A Gastronomia da região do Trentino Alto Adige; A Gastronomia das regiões da Sicília e Sardenha; A Gastronomia da região do Vêneto; A Gastronomia da região da Toscana; A Gastronomia das regiões da Lombardia e Vale da Osta; Aula Especial – Farinhas; A Gastronomia das regiões da Emilia Romagna; A Gastronomia da região do Piemonte; Enogastronomia Italiana; Aula Especial – Azeites; A Gastronomia das regiões Lazio, Ligúria e Campania; e Panificação Clássica Italiana. Eduardo Betinardi (41) 3121-2116 ou 8838-8686 Site: www.pmaisg.com.br
Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
em não está habituado a usar a língua inglesa no ambiente profissional pode enfrentar dificuldades ao encarar um compromisso de negócios neste idioma São Paulo, 24 de fevereiro de 2016 – Em um mercado de trabalho competitivo, falar bem Inglês faz toda a diferença na hora da contratação, no momento de ganhar aquela promoção e para se destacar nas reuniões. Demonstrar aos gestores que você se comunica bem em Inglês em diferentes situações profissionais ao lado de colegas em compromissos, almoços e conference calls pode ser um diferencial e tanto. Para se sair bem durante uma reunião de negócios em Inglês, Nik Peachey, Diretor de Ensino da escola de inglês online EnglishUp, aponta 5 táticas: Preparar-se com antecedência: Dois ou três dias antes da reunião, tire um tempo livre para se preparar. Estude bem os pontos que serão discutidos no encontro, pense qual a sua opinião sobre cada um deles e organize os seus principais argumentos em tópicos, anotando primeiramente em Português e depois traduzindo para o Inglês. Leve essas anotações com você para a reunião, isso vai ajudá-lo a ficar mais confiante, e você poderá recorrer a esse auxílio caso se esqueça de algum ponto importante. Treinar na frente do espelho ou com alguém próximo disposto a te ajudar também pode ser útil. Avalie se funciona para você, ou melhor ainda, utilize seu celular para gravar um vídeo de si mesmo, para que você possa ver e ouvir e ver como você pode melhorar. Estudar o vocabulário de negócios: Há termos e expressões em Inglês que são usados com frequência em encontros corporativos, tais como: to kick off (começar, iniciar), on the agenda (em pauta, tópico planejado para a reunião), to get down to business (ir ao ponto, falar do que interessa), to sum up (para encerrar), to recap (memorando), the purpose of today’s meeting is... (o objetivo da reunião de hoje é...), let’s get back to the issue at hand... (vamos voltar ao assunto), I’d like to say something about...(gostaria de dizer algo sobre…). Pesquise em dicionários e livros o vocabulário relacionado a negócios, e anote as principais palavras e frases. Isso ajudará você a se expressar com mais coerência durante a reunião. Agendar uma aula online de Business English: Agendar uma aula virtual preparatória com um professor de Inglês também é uma boa alternativa. Há escolas que permitem que o aluno defina o estilo de aula e o foco que deseja dar, e nesse caso você pode optar por uma aula focada em Business English, que certamente será de utilidade nas reuniões. Você pode inclusive pedir ao professor para fazer uma simulação do encontro durante a aula. Aulas online são uma boa opção para quem dispõe de pouco tempo e aprecia comodidade. Ser firme: Mesmo que você não domine o Inglês, uma vez que você tomar a palavra na reunião, seja firme e vá ate o final das frases, argumentando até colocar seu ponto de vista de maneira clara. Gaguejar ou titubear enquanto estiver argumentando passará a impressão de que você está inseguro ao falar Inglês, ou de que não tem certeza do ponto de vista que está defendendo. Isso não será positivo para a sua imagem na empresa, por isso, tenha firmeza ao falar. Tente ser conciso e não se repetir, mesmo que sinta que as pessoas podem não ter compreendido você. Às vezes os colegas estão apenas pensando sobre o que você disse, e irão perguntar caso precisem de esclarecimentos. Ficar calmo: Encare a situação com naturalidade, sem se deixar afetar por nervosismos. Ficar tenso durante a reunião afetará o seu desempenho na hora de falar, e poderá prejudicar a sua atenção, fazendo com que não entenda bem o que os colegas estão dizendo. Procure concentrar-se na pauta e evite que o medo de cometer deslizes em Inglês domine você. Se você fizer alguns exercícios de aquecimento vocal antes de ir para a reunião, suas cordas vocais irão relaxar e haverá menor chance de você soar nervoso. Deixar um copo de água por perto também ajudará, caso sua garganta comece a secar. Sobre a EnglishUp — Fundada em 2013, a EnglishUp é a escola de inglês online que se originou da Macmillan Publishers (agora Nature Springer), líder mundial no ensino da Língua Inglesa, que publicou o primeiro livro de ensino do idioma em 1846 e está presente em mais de 50 países. Sua missão é ensinar inglês por meio de uma metodologia moderna, focada nas necessidades de cada aluno, com aulas virtuais particulares e em grupo. O método foi desenvolvido por especialistas e permite que o aluno escolha o professor com quem deseja realizar sua aula, seja ele nativo ou bilíngue além de combinar aulas ao vivo com uma sofisticada plataforma de materiais online que tornam o aprendizado interativo, dinâmico e efetivo. : Almeida/ Daniela Loreto/ Cecilia Loreto Mack Tel.: + 55 (11) 3661-0361 / (11) 3297-9031 caroll@agcomunicado.com.br danela@agcomunicado.com.br cloreto@agcomunicado.com.br