PROJETO SUSTENTÁVEL RECICLA LIXO ORGÂNICO E TRANSFORMA EM FERTILIZANTE

Osmar Dargel • 5 de março de 2018

Novo fertilizante ecológico e sustentável inova ao apresentar função tripla: condiciona o solo, fornece nutrientes e melhora as atividades fisiológicas de todos os tipos de plantas; e surge com o intuito de aproximar as pessoas da natureza e estimular um estilo de vida mais natural e saudável O Jardim Bonito - fertilizante ecológico, sustentável, indicado para todos os tipos de plantas e produzido a partir de rejeitos de frutas e vegetais que seriam descartados como lixo - estabelece sua atuação em todo o país há cerca de um ano. A empresa nasceu após três anos de pesquisas para a definição da melhor composição para nutrição das plantas e condicionamento do solo, e surgiu com a proposta de reaproximar as pessoas da natureza e apoiar um lifestyle mais natural, equilibrado e saudável. A etapa inicial da produção do Jardim Bonito ocorre em um sacolão municipal da Zona Oeste de São Paulo, onde é retirada a matéria-prima baseada em frutas e vegetais nobres, e realizada a compostagem em processos naturais que levam cerca de quatro meses. Por meio do Jardim Bonito, uma parcela – que tende a crescer junto com a empresa - do lixo orgânico gerado nos sacolões ganha um destino e é reciclado, o que confere a característica ecológica e sustentável do produto. A etapa seguinte compreende o enriquecimento do composto, que advém da indústria alimentícia ou extrativista, também orgânica. Os irmãos Jairo e Rafael Rosenhek, à frente do negócio, apostam na empresa para ajudar no destino adequado dos resíduos e do chorume – itens que, no produto, funcionam como adubo e não contaminam o solo – e pretendem viabilizar a proximidade da natureza, tornando mais fácil e saudável o cultivo de plantas. “Comecei a fazer a compostagem há cerca de cinco anos como hobbie, e presenteava parentes e amigos que sempre pediam mais. Com o aumento dos pedidos, enxergamos que poderíamos fazer disso um negócio sustentável, saudável e rendável”, comenta Jairo. O Jardim Bonito possui três funções – uma evolução no mercado, visto que os fertilizantes convencionais possuem, no máximo, duas. São elas: condicionador de solo, ou seja, deixa o solo favorável para a planta germinar e se desenvolver; nutrição, alimenta as plantas; e melhora as atividades fisiológicas, o que confere melhoria na aparência, crescimento e maior resistência a pragas e mal tempo. Além disso, o Jardim Bonito não oferece riscos à saúde de pessoas e animas, possibilitando a vivência no mesmo ambiente logo após o uso; não irrita a pele e vias respiratórias; a diluição deve ser feita cem vezes em água, ou seja, possui alto rendimento; e é indicado para todos os tipos de plantas, sejam frutíferas, floríferas, arbustos, entre outros. O Jardim Bonito está em expansão para todo Brasil, e já são 30 pontos de venda apenas na cidade São Paulo; a expectativa é que esse número chegue a 150 até o final de 2016. Além disso, atendem por meio da loja online

( www.jardimbonito.com.br ).

SOBRE JARDIM BONITO Criado pelos irmãos Jairo e Rafael Rosenhek há cerca de quatro anos, o Jardim Bonito, fertilizante ecológico e sustentável, atua efetivamente em todo o Brasil há cerca de um ano, após três anos de estudos e pesquisas para a definição da melhor composição para a saúde das plantas. Com base produtiva em um sacolão municipal da Zona Oeste de São Paulo, o produto se apropria de rejeitos de frutas e vegetais do local para um processo natural de compostagem, oferecendo uma solução sustentável para o lixo gerado. O Jardim Bonito deve ser diluído 100 vezes em água e funciona como três produtos em um: condiciona o solo, fornece nutrientes e melhora as atividades fisiológicas da planta, além da rápida absorção, que confere resultados visíveis em pouco tempo de uso. Outra característica importante é a indicação para qualquer tipo de planta (frutíferas, florais, arbustos, entre outros), e a ausência de riscos para a saúde. A empresa tem o propósito de incentivar o contato das pessoas com a natureza e um estilo de vida mais natural e saudável. O produto é encontrado em uma das 30 revendas na cidade de São Paulo e está em expansão para outras cidades do país, ou na loja virtual www.jardimbonito.com.br.
Site: www.jardimbonito.com.br.

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Instagram: @jardimbonito
SAC:

contato@jardimbonito.com.br
www.estanciavitoriaonline.com

Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
José Paulo Graciotti * sas duas áreas aparentemente estanques estão intimamente relacionadas entre si para as empresas prestadoras de serviços e especialmente para os escritórios de advocacia. Tradicionalmente considera-se “BI” como uma ferramenta para entender profundamente o negócio, extraindo de seus números as estatísticas que poderão dar uma análise fria de como andam “as coisas”; mostrar tendências e embasar decisões estratégicas que impactarão o futuro da empresa. Perfeito! Já a Gestão do Conhecimento é um conceito (vejam bem, eu não disse ferramenta!) relativamente novo, envolvendo informações mais tácitas e menos numéricas ou explícitas que a BI. Na minha humilde opinião, porém, considero que representa a diferença fundamental para a obtenção do diferencial estratégico no presente e para o futuro, principalmente para as empresas prestadoras de serviços intelectuais e, de novo, especialmente para os escritórios de advocacia. Como já citado em outros artigos (meus) anteriores, a Gestão do Conhecimento ainda engatinha na maioria das empresas, sendo confundida com minutários (repositórios de modelos documentais) ou menosprezada a simples atividades de compilação de documentos, normas, modelos etc., e ainda como uma atividade de exclusiva reponsabilidade das bibliotecas ou CEDOC´s. Ledo engano! Gestão do conhecimento é “Entregar a informação correta para o profissional certo no menor tempo possível”, conforme o autor Patrick DiDomenico e é nesta definição muito mais abrangente que a maioria das outras dezenas de definições que “BI” se torna uma aliada importantíssima. Normalmente associamos a Gestão do Conhecimento às seguintes perguntas as quais ele deve responder: - qual é o melhor documento que devo utilizar para esse assunto ou solução do desafio? - onde está esse documento? - quem o elaborou? - quem tem o conhecimento necessário para tratar do assunto ou problema? Esta, sendo a pergunta mais difícil de responder! Mas, existem algumas outras perguntas muito mais importantes do ponto de vista de precificação de seus trabalhos e principalmente estratégico, as quais só podem ser respondidas com a combinação da “GC” e da “BI”! Me atento novamente nos escritórios de advocacia, a combinação das informações contidas nos timesheets, nas faturas anteriores, nos cadastros de clientes e seus respectivos casos e no GED (gerenciamento eletrônico de documentos) podemos retirar informações estatísticas que podem responder perguntas muito mais complexas, tais como: - quanto tempo foi empregado por um determinado profissional para elaborar tal documento? - quais documentos fazem ou fizeram parte de um determinado trabalho? - quais “trabalhos” foram executados em um determinado caso ou assunto e por quem? - qual é a distribuição estatística de tipos de trabalhos por cliente, por caso, por nicho de mercado que a empresa atua, por tipo de profissional? Existem outras inúmeras que podem ser respondidas, dependendo das características específicas do tipo de empresa, quais seus costumes e quais formas de cobrança está habituada. E aí mora o perigo: Hábito, que é inimigo da inovação! Ao responder essas e outras perguntas, o casamento de “GC” e “BI” pode e deve ajudar em muito as empresas (novamente os escritórios de advocacia) a: - aprimorar seus métodos de elaboração de propostas e precificação de seus trabalhos (diminuindo sensivelmente o “coeficiente de segurança” inserido em todas as propostas por incertezas); - ter uma visão mais clara de eficiência de seus setores, equipes ou profissionais (inclusive por categoria), aprimorando seus sistemas de avaliação e “accountability”. - apoiar melhor as decisões de “cross-selling”. - apoiar as decisões estratégicas de investimentos (em sentido amplo, ou seja, esforços em áreas, setores equipes, contratações etc.). Apenas citando alguns ... A ajuda de uma consultoria externa, experiente e isenta das interações e relacionamentos internos pode ajudar e muito a gestão mais eficaz e profissional das empresas (principalmente em tempos desafiadores como o atual). * José Paulo Graciotti, consultor com 27 anos de experiência em gestão de escritórios de advocacia. 11 3253-0586 / 3253-0729 / veramoreira@veramoreira.com.br
Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
A culinária italiana evoluiu muito ao longo da sua história, principalmente por meio de diversas influências que formaram uma tradição gastronômica que é reconhecida e difundida em todos os cantos do mundo. Essa cultura gastronômica desembarcou no Brasil com a corrente imigratória, influenciando diretamente os costumes, os hábitos alimentares e a tradição da cozinha brasileira. Pensando nesta rica história, o Centro Europeu de Curitiba, principal escola de gastronomia do Brasil, acaba de lançar seu curso de Especialização em Gastronomia Italiana. Na grade curricular da especialização, que tem duração de três meses, estão temas como Introdução à Gastronomia Italiana; A Gastronomia da região do Trentino Alto Adige; A Gastronomia das regiões da Sicília e Sardenha; A Gastronomia da região do Vêneto; A Gastronomia da região da Toscana; A Gastronomia das regiões da Lombardia e Vale da Osta; Aula Especial – Farinhas; A Gastronomia das regiões da Emilia Romagna; A Gastronomia da região do Piemonte; Enogastronomia Italiana; Aula Especial – Azeites; A Gastronomia das regiões Lazio, Ligúria e Campania; e Panificação Clássica Italiana. Eduardo Betinardi (41) 3121-2116 ou 8838-8686 Site: www.pmaisg.com.br