Uma visita ao Instituto Paulo Alencar

Osmar Dargel • 5 de março de 2018

Uma visita ao Instituto Paulo Alencar Nossa instituição tem por finalidade: Proporcionar o melhor atendimento aos pacientes com problemas ortopédicos, através de tratamento cirúrgico ou não cirúrgico, e aplicar técnicas de prevenção de problemas comuns nos dias de hoje, como osteoporose, fraturas decorrentes de fragilidade óssea e problemas de coordenação. Além disso, é reconhecida nacional e internacionalmente como centro de treinamento de médicos e técnicos em doenças do quadril e joelho – anunciou o médico Paulo Alencar.. O Instituto Paulo Alencar – IPA é uma instituição voltada para o desenvolvimento do diagnóstico e tratamento das doenças ortopédicas, com foco em quadril e joelho. É dedicada exclusivamente a essas especialidades desde 1985, quando o Dr. Paulo Alencar retornou de seus estudos na Inglaterra. Ao longo do tempo, sempre esteve na ponta da tecnologia, visando o benefício dos pacientes. Está na atual localização desde 2012, num edifício concebido exclusivamente para melhor cuidado dos pacientes em tratamento, além da área dedicada para documentação científica, discussões médicas, além de cursos e reuniões. O médico Paulo Gilberto Cimbalista de Alencar, fundador da entidade, dirige o IPA, juntamente com os médicos efetivos, Guilherme Bello Prestes, Pedro Grein Del Santoro, especializados em ortopedia, com foco em quadril, joelho e coluna. Sua equipe técnica conta com enfermeira, secretária, recepcionista, técnico em documentação científica e agente administrativo, além de médicos em processo de treinamento. ¨No atual endereço atende pacientes em carater eletivo. São feitas consultas médicas e atendimento de reabilitação envolvendo múltiplas técnicas, como fisioterapia, estúdio de pilates e hidroterapia, para isso contando com uma piscina desenhada exclusivamente para esse propósito – explica Dr. Paulo. Além do pessoal e dos recursos profissionais e tecnológicos disponíveis no Instituto Paulo Alencar, o médico fala dos equipamentos: ¨Estamos equipados com piscina aquecida para hidroterapia, academia completa, plataforma vibratória, equipamentos de eletroanalgesia e eletroestimulação, ultrasom, LASER terapia, cama elástica, ebola para cinesioterapia.¨ Em seguida, o médico Paulo Alencar detalhou: ¨Nosso espaço interno é de quatro andares, o primeiro sendo a garagem, o segundo os consultórios, o terceiro a academia e a hidroterapia e o quarto andar o pilates. Totalmente acessível a pacientes com qualquer tipo de necessidade de locomoção, a arquitetura foi desenvolvida para gerar um sentido de liberdade e movimento, com espaços amplos e confortáveis. Desde os pisos aquecidos até a natureza acústica dos forros do teto, tudo foi planejado para o bem-estar e conforto dos pacientes e clientes dos programas de qualidade de vida. Buscamos dar o exemplo do sentido ecológico das novas edificações, e implantamos climatização completa de todos os locais com aparelhos que minimizam o gasto energético, além do uso extensivo de lâmpadas tipo LED, com o mesmo propósito. O sistema de aproveitamento de água de chuva para irrigação dos jardins e painéis solares para aquecimento da piscina completam nossa ideia de preservação do meio ambiente¨ - encerrou o ortopedista, Paulo Alencar. Horário de atendimento: das 8h00 às 18h00. Endereço e contatos: Rua Jerônimo Durski, 1111, Batel. Curitiba, PR. - CEP: 80730-290 Telefone: (041) 3336-1111 / (041) 98725-0625.

Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
José Paulo Graciotti * sas duas áreas aparentemente estanques estão intimamente relacionadas entre si para as empresas prestadoras de serviços e especialmente para os escritórios de advocacia. Tradicionalmente considera-se “BI” como uma ferramenta para entender profundamente o negócio, extraindo de seus números as estatísticas que poderão dar uma análise fria de como andam “as coisas”; mostrar tendências e embasar decisões estratégicas que impactarão o futuro da empresa. Perfeito! Já a Gestão do Conhecimento é um conceito (vejam bem, eu não disse ferramenta!) relativamente novo, envolvendo informações mais tácitas e menos numéricas ou explícitas que a BI. Na minha humilde opinião, porém, considero que representa a diferença fundamental para a obtenção do diferencial estratégico no presente e para o futuro, principalmente para as empresas prestadoras de serviços intelectuais e, de novo, especialmente para os escritórios de advocacia. Como já citado em outros artigos (meus) anteriores, a Gestão do Conhecimento ainda engatinha na maioria das empresas, sendo confundida com minutários (repositórios de modelos documentais) ou menosprezada a simples atividades de compilação de documentos, normas, modelos etc., e ainda como uma atividade de exclusiva reponsabilidade das bibliotecas ou CEDOC´s. Ledo engano! Gestão do conhecimento é “Entregar a informação correta para o profissional certo no menor tempo possível”, conforme o autor Patrick DiDomenico e é nesta definição muito mais abrangente que a maioria das outras dezenas de definições que “BI” se torna uma aliada importantíssima. Normalmente associamos a Gestão do Conhecimento às seguintes perguntas as quais ele deve responder: - qual é o melhor documento que devo utilizar para esse assunto ou solução do desafio? - onde está esse documento? - quem o elaborou? - quem tem o conhecimento necessário para tratar do assunto ou problema? Esta, sendo a pergunta mais difícil de responder! Mas, existem algumas outras perguntas muito mais importantes do ponto de vista de precificação de seus trabalhos e principalmente estratégico, as quais só podem ser respondidas com a combinação da “GC” e da “BI”! Me atento novamente nos escritórios de advocacia, a combinação das informações contidas nos timesheets, nas faturas anteriores, nos cadastros de clientes e seus respectivos casos e no GED (gerenciamento eletrônico de documentos) podemos retirar informações estatísticas que podem responder perguntas muito mais complexas, tais como: - quanto tempo foi empregado por um determinado profissional para elaborar tal documento? - quais documentos fazem ou fizeram parte de um determinado trabalho? - quais “trabalhos” foram executados em um determinado caso ou assunto e por quem? - qual é a distribuição estatística de tipos de trabalhos por cliente, por caso, por nicho de mercado que a empresa atua, por tipo de profissional? Existem outras inúmeras que podem ser respondidas, dependendo das características específicas do tipo de empresa, quais seus costumes e quais formas de cobrança está habituada. E aí mora o perigo: Hábito, que é inimigo da inovação! Ao responder essas e outras perguntas, o casamento de “GC” e “BI” pode e deve ajudar em muito as empresas (novamente os escritórios de advocacia) a: - aprimorar seus métodos de elaboração de propostas e precificação de seus trabalhos (diminuindo sensivelmente o “coeficiente de segurança” inserido em todas as propostas por incertezas); - ter uma visão mais clara de eficiência de seus setores, equipes ou profissionais (inclusive por categoria), aprimorando seus sistemas de avaliação e “accountability”. - apoiar melhor as decisões de “cross-selling”. - apoiar as decisões estratégicas de investimentos (em sentido amplo, ou seja, esforços em áreas, setores equipes, contratações etc.). Apenas citando alguns ... A ajuda de uma consultoria externa, experiente e isenta das interações e relacionamentos internos pode ajudar e muito a gestão mais eficaz e profissional das empresas (principalmente em tempos desafiadores como o atual). * José Paulo Graciotti, consultor com 27 anos de experiência em gestão de escritórios de advocacia. 11 3253-0586 / 3253-0729 / veramoreira@veramoreira.com.br
Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
A culinária italiana evoluiu muito ao longo da sua história, principalmente por meio de diversas influências que formaram uma tradição gastronômica que é reconhecida e difundida em todos os cantos do mundo. Essa cultura gastronômica desembarcou no Brasil com a corrente imigratória, influenciando diretamente os costumes, os hábitos alimentares e a tradição da cozinha brasileira. Pensando nesta rica história, o Centro Europeu de Curitiba, principal escola de gastronomia do Brasil, acaba de lançar seu curso de Especialização em Gastronomia Italiana. Na grade curricular da especialização, que tem duração de três meses, estão temas como Introdução à Gastronomia Italiana; A Gastronomia da região do Trentino Alto Adige; A Gastronomia das regiões da Sicília e Sardenha; A Gastronomia da região do Vêneto; A Gastronomia da região da Toscana; A Gastronomia das regiões da Lombardia e Vale da Osta; Aula Especial – Farinhas; A Gastronomia das regiões da Emilia Romagna; A Gastronomia da região do Piemonte; Enogastronomia Italiana; Aula Especial – Azeites; A Gastronomia das regiões Lazio, Ligúria e Campania; e Panificação Clássica Italiana. Eduardo Betinardi (41) 3121-2116 ou 8838-8686 Site: www.pmaisg.com.br