Stam apresenta lançamentos de Cadeado de Latão e Linha Ferragio

Osmar Dargel • 5 de março de 2018

Os novos produtos estarão disponíveis para revendas para todo e Qualquer necessidade. A Stam aproveitou sua participação no 22º Salão Internacional da Construção, a Feicon Batimat 2016, realizada de 12 a 16 de abril, em São Paulo, para apresentar novidades no mercado de cadeados, fechaduras, puxadores e acessórios. Além de surpreender os visitantes da feira com um estande temático, em homenagem ao Rio de Janeiro e os 45 anos da empresa instalada em Nova Friburgo, a Stam destacou o Cadeado de Latão, o único com fabricação 100% brasileira e que passou a ser comercializadoa partir do dia 1º de maio. Com corpo de latão maciço, o produto tem garantia de 10 anos e estará disponível em 7 tamanhos (20, 25, 30, 35, 40, 45 e 50mm), com chave de latão niquelada, trava dupla (exceto modelo de 20mm), contrapino carretel e gancho temperado que confere dureza à superfície. O modelo é feito em um único bloco de material, que proporciona maior precisão e resistência à peça, que está em conformidade com a norma de cadeados NBR 15271. A marca Stam, que já está presente no mercado de cadeados com os modelos feitos de zamac, nas versões de chave, de segredo e colorido, em diversos tamanhos, entra agora num segmento também bastante disputado, dos cadeados de latão, de robustez superior. “Com esta variedade de tamanhos, atendemos as principais demandas do mercado para o uso de cadeados de alta resistência, tendo como diferencial o fato de nossa fabricação ser 100% nacional”, explica Rita Franco, gerente de marketing e supervisora nacional de vendas da Stam. No segmento de fechaduras, a grande novidade apresentada na Feicon foi a Linha Ferragio, composta de Dobradiças; Puxadores de Portas e de Móveis; Visores de Porta; Fecho Batom (Rolete); Fixador Magnético; Batente de Porta e Kit Smart. Os destaques na feira foram os Puxadores Residenciais da Linha Ferragio, que chamam a atenção pelo design moderno e sofisticado e alta qualidade. São fabricados de aço inox AISI 304 – resistentes à corrosão, inclusive em áreas litorâneas - e estão disponíveis nos tamanhos de 400, 600, 800 e 1000mm, com perfis tubular (ø25mm), quadrado (25x25mm) e retangular (30x10mm e 40x20mm). Os modelos estarão à venda nas opções simples e duplo, com acabamento cromado fosco ou polido. Os puxadores atendem ampla gama de projetos de decoração, valorizando portas internas ou externas e podem ser aplicados nos modelos de madeira, vidro ou alumínio, nas versões de correr, pivotantes ou tradicionais. Resultados animadores Mais uma vez a participação na Feicon trouxe resultados bastante positivos para a Stam. “Nossos lançamentos tiveram uma ótima receptividade. Lojistas e distribuidores ficaram entusiasmados com o lançamento do Cadeado de Latão e também recebemos muitos arquitetos, decoradores e especificadores que se encantaram com a Linha Ferragio”, conta a gerente de marketing.

Ela acrescenta que o público altamente qualificado permitiu a prospecção de novos clientes e contatos para a geração de negócios a curto e médio prazo. A interação com o público foi um dos pontos fortes no estande, que chamou a atenção dos visitantes em geral. A Stam reproduziu em seu espaço referências típicas da cidade do Rio de Janeiro, como um botequim de Copacabana e os Arcos da Lapa. Em formato de uma ilha, com 43 m² de comprimento, o estande contou ainda com uma “fonte de cadeados”, onde ocorreu a interação com os visitantes por meio de sorteios. O público pôde acompanhar ainda a performance de uma “estátua viva”, com apresentações de passos de samba. Perfil Stam Em 1971, um jovem empreendedor, Francisco Faria, dava início ao que seria uma das maiores e mais modernas empresas do Brasil. Focada desde sua fundação no mercado de cadeados e fechaduras, a Stam sempre teve como prioridades a qualidade superior de seus produtos e a satisfação total de seus consumidores e parceiros de negócio. Por isso, o investimento em tecnologia sempre foi um diferencial. Situada na cidade de Nova Friburgo (RJ), a Stam possui um dos mais modernos parques fabris da América Latina e adota os mais avançados processos de confecção de produtos metalmecânicos existentes no mercado, em uma área construída de 50 mil m². O amplo portfólio de produtos inclui diversos modelos de fechaduras, cadeados e uma linha completa de puxadores, dobradiças, visores de porta e acessórios. Conta com uma equipe de vendas altamente qualificada, disposta a atender às necessidades dos clientes em todo o Brasil. Atualmente possui aproximadamente 1.400 funcionários e 100 representantes comerciais. O mercado internacional está no plano de expansão da Stam, que já comercializa seus produtos para diversos países da América Latina. Também fazem parte do Grupo Stam, a Metalúrgica Bom Jardim, que fabrica produtos das marcas Yanes Reguladores de Gás e Flecha Fixadores, e a Stamp& Molde, uma das ferramentarias mais modernas do mundo. Com forte compromisso com a responsabilidade social, a Stam fundou, em 2013, o Instituto Francisco Faria, que oferece à comunidade friburguense oportunidades nas áreas de educação, esporte, cultura e lazer. Além disso, investe em diversas outras ações que visam à inclusão por meio do desenvolvimento econômico e social de seus colaboradores e das comunidades onde a empresa está inserida. Stam Metalúrgica S.A. Telefone: (22) 2525.1000 SAC: 0800 024 1020

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Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
José Paulo Graciotti * sas duas áreas aparentemente estanques estão intimamente relacionadas entre si para as empresas prestadoras de serviços e especialmente para os escritórios de advocacia. Tradicionalmente considera-se “BI” como uma ferramenta para entender profundamente o negócio, extraindo de seus números as estatísticas que poderão dar uma análise fria de como andam “as coisas”; mostrar tendências e embasar decisões estratégicas que impactarão o futuro da empresa. Perfeito! Já a Gestão do Conhecimento é um conceito (vejam bem, eu não disse ferramenta!) relativamente novo, envolvendo informações mais tácitas e menos numéricas ou explícitas que a BI. Na minha humilde opinião, porém, considero que representa a diferença fundamental para a obtenção do diferencial estratégico no presente e para o futuro, principalmente para as empresas prestadoras de serviços intelectuais e, de novo, especialmente para os escritórios de advocacia. Como já citado em outros artigos (meus) anteriores, a Gestão do Conhecimento ainda engatinha na maioria das empresas, sendo confundida com minutários (repositórios de modelos documentais) ou menosprezada a simples atividades de compilação de documentos, normas, modelos etc., e ainda como uma atividade de exclusiva reponsabilidade das bibliotecas ou CEDOC´s. Ledo engano! Gestão do conhecimento é “Entregar a informação correta para o profissional certo no menor tempo possível”, conforme o autor Patrick DiDomenico e é nesta definição muito mais abrangente que a maioria das outras dezenas de definições que “BI” se torna uma aliada importantíssima. Normalmente associamos a Gestão do Conhecimento às seguintes perguntas as quais ele deve responder: - qual é o melhor documento que devo utilizar para esse assunto ou solução do desafio? - onde está esse documento? - quem o elaborou? - quem tem o conhecimento necessário para tratar do assunto ou problema? Esta, sendo a pergunta mais difícil de responder! Mas, existem algumas outras perguntas muito mais importantes do ponto de vista de precificação de seus trabalhos e principalmente estratégico, as quais só podem ser respondidas com a combinação da “GC” e da “BI”! Me atento novamente nos escritórios de advocacia, a combinação das informações contidas nos timesheets, nas faturas anteriores, nos cadastros de clientes e seus respectivos casos e no GED (gerenciamento eletrônico de documentos) podemos retirar informações estatísticas que podem responder perguntas muito mais complexas, tais como: - quanto tempo foi empregado por um determinado profissional para elaborar tal documento? - quais documentos fazem ou fizeram parte de um determinado trabalho? - quais “trabalhos” foram executados em um determinado caso ou assunto e por quem? - qual é a distribuição estatística de tipos de trabalhos por cliente, por caso, por nicho de mercado que a empresa atua, por tipo de profissional? Existem outras inúmeras que podem ser respondidas, dependendo das características específicas do tipo de empresa, quais seus costumes e quais formas de cobrança está habituada. E aí mora o perigo: Hábito, que é inimigo da inovação! Ao responder essas e outras perguntas, o casamento de “GC” e “BI” pode e deve ajudar em muito as empresas (novamente os escritórios de advocacia) a: - aprimorar seus métodos de elaboração de propostas e precificação de seus trabalhos (diminuindo sensivelmente o “coeficiente de segurança” inserido em todas as propostas por incertezas); - ter uma visão mais clara de eficiência de seus setores, equipes ou profissionais (inclusive por categoria), aprimorando seus sistemas de avaliação e “accountability”. - apoiar melhor as decisões de “cross-selling”. - apoiar as decisões estratégicas de investimentos (em sentido amplo, ou seja, esforços em áreas, setores equipes, contratações etc.). Apenas citando alguns ... A ajuda de uma consultoria externa, experiente e isenta das interações e relacionamentos internos pode ajudar e muito a gestão mais eficaz e profissional das empresas (principalmente em tempos desafiadores como o atual). * José Paulo Graciotti, consultor com 27 anos de experiência em gestão de escritórios de advocacia. 11 3253-0586 / 3253-0729 / veramoreira@veramoreira.com.br
Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
A culinária italiana evoluiu muito ao longo da sua história, principalmente por meio de diversas influências que formaram uma tradição gastronômica que é reconhecida e difundida em todos os cantos do mundo. Essa cultura gastronômica desembarcou no Brasil com a corrente imigratória, influenciando diretamente os costumes, os hábitos alimentares e a tradição da cozinha brasileira. Pensando nesta rica história, o Centro Europeu de Curitiba, principal escola de gastronomia do Brasil, acaba de lançar seu curso de Especialização em Gastronomia Italiana. Na grade curricular da especialização, que tem duração de três meses, estão temas como Introdução à Gastronomia Italiana; A Gastronomia da região do Trentino Alto Adige; A Gastronomia das regiões da Sicília e Sardenha; A Gastronomia da região do Vêneto; A Gastronomia da região da Toscana; A Gastronomia das regiões da Lombardia e Vale da Osta; Aula Especial – Farinhas; A Gastronomia das regiões da Emilia Romagna; A Gastronomia da região do Piemonte; Enogastronomia Italiana; Aula Especial – Azeites; A Gastronomia das regiões Lazio, Ligúria e Campania; e Panificação Clássica Italiana. Eduardo Betinardi (41) 3121-2116 ou 8838-8686 Site: www.pmaisg.com.br