Câmeras de segurança são usadas para espalhar ataques virtuais Brasil

Osmar Dargel • 5 de março de 2018

Câmeras de segurança são usadas para espalhar ataques virtuais Brasil está entre os países mais atacados. Fabricantes dos equipamentos precisam adotar medidas de segurança Pode não parecer, mas câmeras de segurança também são alvos muito visados por criminosos virtuais. Para se ter uma ideia, o Brasil é um dos países mais atacados pela botnet Mirai, que contamina câmeras de segurança IP, gravadores digitais de vídeo (DVRs) e outros dispositivos da Internet das Coisas (IoT), como impressoras e roteadores. O tráfego gerado pela Botnet Mirai chegou a 1.2Tb por segundo em 2016, o maior volume registrado até hoje em um ataque DDos. Esse número impressionante comprova que a falta de segurança em dispositivos do tipo IoT tornou-se uma grande ameaça cujas vítimas são tanto megacorporações, que dão acesso à informação (operadoras, portais etc), quanto usuários domésticos, que compram tais dispositivos. Em ambas as situações, infecções por bots criam total indisponibilidade de acesso à rede. Wander Menezes, líder técnico do Arcon Labs, explica que o principal problema que envolve a segurança dos dispositivos IoT é que grande parte dos fabricantes não podem ou, simplesmente, não querem corrigir as falhas explorada por botnets do tipo da Mirai. Isso porque a maioria destes equipamentos não podem ser atualizados por problemas de arquitetura de software ou restrição da capacidade de hardware. Na avaliação de Menezes, para evitar esse tipo de ataque, todos os produtos teriam que ser recolhidos, o que seria inviável. “O cenário fica mais complicado, quando o fabricante não possui nenhum mecanismo para atualizar os equipamentos vulneráveis e os donos dos aparelhos infectados não percebem o problema, já que a botnet não altera seu funcionamento”. É fundamental ter em mente que estes aparelhos podem funcionar como portas de entrada e saída de qualquer casa ou empresa. Portanto, não devem ser subestimados. Para amenizar riscos, é importante comprar aparelhos de empresas confiáveis que demonstram uma real preocupação com a segurança dos equipamentos, fazer atualizações periódicas dos softwares embarcados e, ainda, alterar as senhas originais dos fabricantes. Barbosa & Marques participa da APAS Show 2017 Empresa apresenta novidades na maior feira de supermercados da atualidade Barbosa & Marques, empresa centenária e fabricante dos produtos REGINA, participa da APAS Show 2017, organizada pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) e reconhecida como a maior feira supermercadista da atualidade. O evento reúne expositores de diversos países e acontece de 2 a 5 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo. Nesta edição, que tem como tema “Empoderamento” e intuito antecipar as tendências internacionais, a marca apresenta seus lançamentos, como o Queijo Parmesão Ralado em embalagem de 1 kg e o Leite em pó integral com 800g. Além disso, traz como novidade os Queijos Especiais Fracionados nos tipos Edam, Estepe, Gouda, Prato Esférico, Provolone, Reino e Itálico. Com foco no consumidor, que está cada vez mais atento às novidades e é um dos pilares do evento, a empresa inova e amplia seu portfólio. O objetivo da marca é, além de divulgar os produtos, expandir seus negócios. “A intenção da REGINA é aproximar a marca dos clientes, conhecer novos supermercados e captar novos distribuidores para levar produtos de qualidade aos seus clientes”, diz Arco Rocha, Gerente.

Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
José Paulo Graciotti * sas duas áreas aparentemente estanques estão intimamente relacionadas entre si para as empresas prestadoras de serviços e especialmente para os escritórios de advocacia. Tradicionalmente considera-se “BI” como uma ferramenta para entender profundamente o negócio, extraindo de seus números as estatísticas que poderão dar uma análise fria de como andam “as coisas”; mostrar tendências e embasar decisões estratégicas que impactarão o futuro da empresa. Perfeito! Já a Gestão do Conhecimento é um conceito (vejam bem, eu não disse ferramenta!) relativamente novo, envolvendo informações mais tácitas e menos numéricas ou explícitas que a BI. Na minha humilde opinião, porém, considero que representa a diferença fundamental para a obtenção do diferencial estratégico no presente e para o futuro, principalmente para as empresas prestadoras de serviços intelectuais e, de novo, especialmente para os escritórios de advocacia. Como já citado em outros artigos (meus) anteriores, a Gestão do Conhecimento ainda engatinha na maioria das empresas, sendo confundida com minutários (repositórios de modelos documentais) ou menosprezada a simples atividades de compilação de documentos, normas, modelos etc., e ainda como uma atividade de exclusiva reponsabilidade das bibliotecas ou CEDOC´s. Ledo engano! Gestão do conhecimento é “Entregar a informação correta para o profissional certo no menor tempo possível”, conforme o autor Patrick DiDomenico e é nesta definição muito mais abrangente que a maioria das outras dezenas de definições que “BI” se torna uma aliada importantíssima. Normalmente associamos a Gestão do Conhecimento às seguintes perguntas as quais ele deve responder: - qual é o melhor documento que devo utilizar para esse assunto ou solução do desafio? - onde está esse documento? - quem o elaborou? - quem tem o conhecimento necessário para tratar do assunto ou problema? Esta, sendo a pergunta mais difícil de responder! Mas, existem algumas outras perguntas muito mais importantes do ponto de vista de precificação de seus trabalhos e principalmente estratégico, as quais só podem ser respondidas com a combinação da “GC” e da “BI”! Me atento novamente nos escritórios de advocacia, a combinação das informações contidas nos timesheets, nas faturas anteriores, nos cadastros de clientes e seus respectivos casos e no GED (gerenciamento eletrônico de documentos) podemos retirar informações estatísticas que podem responder perguntas muito mais complexas, tais como: - quanto tempo foi empregado por um determinado profissional para elaborar tal documento? - quais documentos fazem ou fizeram parte de um determinado trabalho? - quais “trabalhos” foram executados em um determinado caso ou assunto e por quem? - qual é a distribuição estatística de tipos de trabalhos por cliente, por caso, por nicho de mercado que a empresa atua, por tipo de profissional? Existem outras inúmeras que podem ser respondidas, dependendo das características específicas do tipo de empresa, quais seus costumes e quais formas de cobrança está habituada. E aí mora o perigo: Hábito, que é inimigo da inovação! Ao responder essas e outras perguntas, o casamento de “GC” e “BI” pode e deve ajudar em muito as empresas (novamente os escritórios de advocacia) a: - aprimorar seus métodos de elaboração de propostas e precificação de seus trabalhos (diminuindo sensivelmente o “coeficiente de segurança” inserido em todas as propostas por incertezas); - ter uma visão mais clara de eficiência de seus setores, equipes ou profissionais (inclusive por categoria), aprimorando seus sistemas de avaliação e “accountability”. - apoiar melhor as decisões de “cross-selling”. - apoiar as decisões estratégicas de investimentos (em sentido amplo, ou seja, esforços em áreas, setores equipes, contratações etc.). Apenas citando alguns ... A ajuda de uma consultoria externa, experiente e isenta das interações e relacionamentos internos pode ajudar e muito a gestão mais eficaz e profissional das empresas (principalmente em tempos desafiadores como o atual). * José Paulo Graciotti, consultor com 27 anos de experiência em gestão de escritórios de advocacia. 11 3253-0586 / 3253-0729 / veramoreira@veramoreira.com.br
Por Osmar Dargel 5 de março de 2018
A culinária italiana evoluiu muito ao longo da sua história, principalmente por meio de diversas influências que formaram uma tradição gastronômica que é reconhecida e difundida em todos os cantos do mundo. Essa cultura gastronômica desembarcou no Brasil com a corrente imigratória, influenciando diretamente os costumes, os hábitos alimentares e a tradição da cozinha brasileira. Pensando nesta rica história, o Centro Europeu de Curitiba, principal escola de gastronomia do Brasil, acaba de lançar seu curso de Especialização em Gastronomia Italiana. Na grade curricular da especialização, que tem duração de três meses, estão temas como Introdução à Gastronomia Italiana; A Gastronomia da região do Trentino Alto Adige; A Gastronomia das regiões da Sicília e Sardenha; A Gastronomia da região do Vêneto; A Gastronomia da região da Toscana; A Gastronomia das regiões da Lombardia e Vale da Osta; Aula Especial – Farinhas; A Gastronomia das regiões da Emilia Romagna; A Gastronomia da região do Piemonte; Enogastronomia Italiana; Aula Especial – Azeites; A Gastronomia das regiões Lazio, Ligúria e Campania; e Panificação Clássica Italiana. Eduardo Betinardi (41) 3121-2116 ou 8838-8686 Site: www.pmaisg.com.br